O prémio Príncipe das Astúrias de Ciências Sociais foi, ontem, atribuído ao filósofo alemão Jürgen Habermas, um dos pensadores pertencentes à segunda geração da Escola de Frankfurt. Habermas foi discípulo de Max Horkheim e Theodore Adorno. Na edição de hoje do jornal "ABC" encontra-se um texto de Agapito Maestro no qual se afirma que "Habermas não é francfortiano". É, talvez, um depoimento polémico, no meio de outros que traçam o percurso de alguém cuja obra o juri deste prémio considera ser um importante contributo para "a compreensão das sociedades pós-industriais".
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